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Celeste Franceschi
(08/Set)

Lelo, Estamos juntos nesta luta. Conte comigo e todos os meus amigos. Um abraço fraterno.


Claudete O. S. Vivas
(07/Set)

Quando vc vier a Mimoso do Sul, quero conhecê-lo pessoalmente. Sou fã no. 1. Conte com meu voto.


Liza
(07/Set)

Lelo é Guarapari e Guarapari e vc. Estamos juntos!..


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Notícias

26/03/2010

Produtores capixabas conquistam preço mínimo para o café conilon

Produtores capixabas conquistam preço mínimo para o café conilon

Cinqüenta anos após o início da produção comercial do café conilon no Espírito Santo, os produtores capixabas conseguiram inserir a espécie nas normas operacionais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), destinadas ao Programa de Aquisição do Governo Federal (AGF), a exemplo do que já ocorre com o café arábica.

Com isso, o governo garante o preço da saca (60 kg) de café conilon no valor mínimo de R$ 156,57. O preço chega a R$ 163,00 se forem incluídos no cálculo o reembolso pela sacaria e o Fundo de Assistência e Previdência do Trabalhador Rural (Funrural).

No Espírito Santo cerca de 300 mil pessoas, entre produtores e empregados, serão beneficiados pela garantia de preço mínimo ao conilon. O Estado é o segundo maior produtor nacional de café e o primeiro em conilon, tendo como predominância o plantio em sistema de agricultura familiar nos 78 municípios capixabas. De todo o conilon produzido, aproximadamente 30% é destinado ao mercado externo e 70% fica no mercado interno.

A conquista foi um trabalho conjunto, entre entidades do setor e cooperativas de produtores, no convencimento das autoridades federais da necessidade de inclusão do conilon no AGF, com destaque para a atuação do deputado federal Lelo Coimbra, membro da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que se empenhou pessoalmente na articulação junto ao ministro da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Pesca, Reinhold Stephanes. O deputado enviou ofício a Stephanes e participou de reuniões com o ministro em Brasília.

Lelo destacou que os produtores de café encontram-se endividados devido a créditos de custeio, empréstimos para estocagem e débitos do passado, que foram renegociados.

“O café é susceptível as oscilações da economia, principalmente às variações do clima, com riscos altos de produção. É justo que o conilon, como já ocorre com o arábica, tenha um preço mínimo de comercialização para que o produtor tenha segurança e possa trabalhar com tranqüilidade”, afirmou.

O deputado ressaltou que a inserção do conilon no AGF é o primeiro passo na luta pela melhoria da remuneração dos produtores. De acordo com Lelo, a missão agora é negociar com o governo a elevação do preço mínimo do conilon na próxima safra.

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