Lelo, Estamos juntos nesta luta. Conte comigo e todos os meus amigos. Um abraço fraterno.
Quando vc vier a Mimoso do Sul, quero conhecê-lo pessoalmente. Sou fã no. 1. Conte com meu voto.
Lelo é Guarapari e Guarapari e vc. Estamos juntos!..
Deixe seu recado
Fique informado de todas as novidades
Produtores capixabas conquistam preço mínimo para o café conilon

Cinqüenta anos após o início da produção comercial do café conilon no Espírito Santo, os produtores capixabas conseguiram inserir a espécie nas normas operacionais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), destinadas ao Programa de Aquisição do Governo Federal (AGF), a exemplo do que já ocorre com o café arábica.
Com isso, o governo garante o preço da saca (60 kg) de café conilon no valor mínimo de R$ 156,57. O preço chega a R$ 163,00 se forem incluídos no cálculo o reembolso pela sacaria e o Fundo de Assistência e Previdência do Trabalhador Rural (Funrural).
No Espírito Santo cerca de 300 mil pessoas, entre produtores e empregados, serão beneficiados pela garantia de preço mínimo ao conilon. O Estado é o segundo maior produtor nacional de café e o primeiro em conilon, tendo como predominância o plantio em sistema de agricultura familiar nos 78 municípios capixabas. De todo o conilon produzido, aproximadamente 30% é destinado ao mercado externo e 70% fica no mercado interno.
A conquista foi um trabalho conjunto, entre entidades do setor e cooperativas de produtores, no convencimento das autoridades federais da necessidade de inclusão do conilon no AGF, com destaque para a atuação do deputado federal Lelo Coimbra, membro da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que se empenhou pessoalmente na articulação junto ao ministro da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Pesca, Reinhold Stephanes. O deputado enviou ofício a Stephanes e participou de reuniões com o ministro em Brasília.
Lelo destacou que os produtores de café encontram-se endividados devido a créditos de custeio, empréstimos para estocagem e débitos do passado, que foram renegociados.
“O café é susceptível as oscilações da economia, principalmente às variações do clima, com riscos altos de produção. É justo que o conilon, como já ocorre com o arábica, tenha um preço mínimo de comercialização para que o produtor tenha segurança e possa trabalhar com tranqüilidade”, afirmou.
O deputado ressaltou que a inserção do conilon no AGF é o primeiro passo na luta pela melhoria da remuneração dos produtores. De acordo com Lelo, a missão agora é negociar com o governo a elevação do preço mínimo do conilon na próxima safra.