Destaque Sugira novos projetos Fudação Ulisses Guimarães Prestacao de Contas Material de Campanha

Mural

Moacir Palácio
(02/Set)

Lelo, meu ilustre companheiro, eu gostaria de trabalhar para voce aqui em Guaçuí. Um forte abraço.


Cristina Ferri
(02/Set)

Lelo, foi maravilhoso o encontro dos amigos do Lelo. Um fraterno abraço.


Paulo César Dutra Machado
(01/Set)

Com prazer recebí seu convite, com alegria participei da reunião dos AMIGOS DO LELO. Deus te abençoe.


Deixe seu recado







Siga o Lelo no Twitter!
Audio

Ouça o jingle LELO 1515
Ouça agora

Enquete
Você assiste o horário político?



Cadastre-se

Fique informado de todas as novidades









Notícias

16/04/2009

Mantega diz que o pior da crise econômica já passou

Mantega diz que o pior da crise econômica já passou

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou há pouco na Câmara que o pior período da crise "já passou" e que os indicadores apurados nas últimas semanas demonstram melhora no sistema de crédito internacional, foco inicial da crise mundial.

"Nós notamos algumas melhorias nesse segmento, embora ainda não tenha sido equacionado o problema dos ativos tóxicos, lastreados em hipotecas e em outras aplicações temerárias, porém o mercado está mais calmo, o crédito interbancário está melhor e começa a financiar a produção", declarou ele, em audiência pública.

Essa suposta inflexão, destacou Mantega, não deverá impedir que "a maioria dos países avançados e alguns países emergentes" passem por um período de recessão em 2009. "O que eu posso ver é o encurtamento da crise a partir de medidas fortes que vêm sendo tomadas pelos países, uma intervenção forte do estado". Para ele, é provável que, já no último trimestre do ano, algumas economias, como a americana, apresentem índices positivos de crescimento com repercussão favorável sobre o Brasil a partir de 2010.

Mantega reiterou ainda que o Brasil deverá ser um dos primeiros países a superar os efeitos da crise financeira, por conta das medidas "anticíclicas" adotadas pelo governo, como a redução nos juros básicos, flexibilização da política monetária motivada pelo aumento da oferta de crédito e algumas medidas fiscais como a redução de tributos e aumento de investimentos.

Segundo ele, nas crises anteriores, a economia do País era mais frágil e agravava a crise, pois provocava fuga de capitais dos investidores internacionais. "Com isso, o governo elevava a taxa de juros para segurar a fuga de capitais, a dívida pública subia e, para compensar, o governo cortava gastos e investimentos, derrubando a atividade e o PIB".

A audiência, promovida pelas comissões especiais que analisam os efeitos da crise e pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Finanças e Tributação, está sendo realizada no plenário 2.

Fonte: Agência Câmara

Veja mais notícias

06/09/2010 - Lelo prestigia torneio de bocha e festival de pizza em Venda Nova do Imigrante

06/09/2010 - Lelo participa de feijoada na Igreja Católica de Jacaraípe

05/09/2010 - Lelo visita feira livre de Campo Grande

Veja todas as notícias

Desenvolvido por Lettera Soluções Interativas
PMDB Estadual PMDB Nacional Contato